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ORDEM DE PUBLICAÇÃO 

SEMINÁRIOS 

1. FORMAÇÃO DE PROFESSORES INICIAL E CONTINUADA

2. AVALIAÇÃO

3. PROPOSTAS CURRICULARES

4. PCNs (PARAMENTROS CURRICULARES NACIONAIS)

5. ECA – ESTATUTO DA CRIANÇA E ADOLESCENTE

6. LDB E PDE

TRABALHOS

7. COMPETÊNCIAS

8. PLANO DE ENSINO

9. DIDÁTICA: TRADICIONAL E CONTEMPORÂNEA

10. FILME: ESCRITORES DA LIBERDADE

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Quando se fala em educação, compreende que educar é para toda a vida, seja em diversos campos da vida, e claro de forma mais acentuada o profissional. Todo profissional deve conhecer como se trabalhar e isso deve ser de forma continuada, onde os conhecimentos vão se atualizando, e o profissional se capacitando. Para o professor, se formar é um desafio que envolve a questão vocacional e persistência, pois precisa-se de uma gama de conhecimentos, para poder ensinar, para isso precisa gostar do que faz. A universidades são as responsáveis por essa formação inicial do profissional, onde esta, tem um compromisso com o aluno de torná-lo capaz para realizar sua função laboral e prepará=lo para o mercado. Já na formação continuada, o grande responsável é o próprio profissional, onde este irá buscar métodos e maneiras de se atualizar e buscar o conhecimento. Não basta trabalhar, tem que se atualizar.

O PROFESSOR NUNCA DEVE ACOMODAR, NUNCA DEVE DESISTIR, SEU OBJETIVO MAIOR É CONSTRUIR, CONSTRUIR PESSOAS MELHORES PARA UM MUNDO MELHOR: POR ISSO NUNCA DEIXAR DE SE ATUALIZAR, E ESTUDAR DEVE SER SUA MAIOR MISSÃO.

“A avaliação não é uma tortura medieval. É uma invenção mais tardia, nascida com os colégios por volta do século XVII e tornado indissociável do ensino de massa que conhecemos desde o século XIX, com a escolaridade obrigatória”  (PERRENOUD, 1999)

A avaliação ( na escola) segue por caminhos, onde seu objetivo principal não é realizado. Pois muitas não avalia a realidade do aluno. O aluno tem medo de ser avaliado, e ela serve para que o aluno estude, mas aprenda de forma momentânea, somente naquele momento da avaliação; E isso precisa ser mudado!!!

Existem dois tipos de avaliação: Formativa e Somátiva

A avaliação formativa é geralmente realizada durante todo o processo de ensino-aprendizagem. É melhor aproveitada quando o resultado (feedback) é rapidamente fornecido para os alunos, permitindo que possam corrigir eventuais erros de interpretação do conteúdo ensinado. É um termômetro para o professor e o aluno saberem como o aprendizado está sendo desenvolvido, bem ou mal, permitindo que o aluno se recupere agilmente.

A Avaliação Somativa, geralmente é realizada no final de um curso e é conhecida como ‘prova’, ou seja, serve para classificar se o aluno ‘passou’ ou não. Pela obrigatoriedade dos professores fornecerem ‘notas’, é a que é mais aplicada no ensino tradicional.

Avaliar e de fundamental importância para o processo de ensino-aprendizagem e nas diversas áreas, seja da educação, seja em outras.

As Propostas Curriculares são caminhos que o professor pode utilizar na aplicação de suas aulas. Ela auxilia no ensino-aprendizagem e padroniza os conteúdos a serem aplicados no estado de São Paulo. É uma ferramenta importantíssima para o professor, buscando significar as aulas de educação física (no nosso caso).

Só não aplica os conteúdos quem não quer, pois as propostas vem de forma bem clara e de fácil aplicação, onde deixa ao professor algumas brechas para que ele faça um contexto de sua realidade e aplique os conteúdos da melhor maneira.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a educação no Ensino Fundamental em todo o País. Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e recomendações, subsidiando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual.

Até dezembro de 1996 o ensino fundamental esteve estruturado nos termos previstos pela Lei Federal n. 5.692, de 11 de agosto de 1971. Essa lei, ao definir as diretrizes e bases da educação nacional, estabeleceu como objetivo geral, tanto para o ensino fundamental (primeiro grau, com oito anos de escolaridade obrigatória) quanto para o ensino médio (segundo grau, nãoobrigatório),

proporcionar aos educandos a formação necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades como elemento de auto-realização, preparação para o trabalho e para o exercício consciente da cidadania.

O conhecimento dos PCNs para profissional da educação física é de extrema importância, pois media o ensino de qualidade e demostra forte influência de boas práticas para a educação.

“NÃO HA ESCURIDÃO MAIOR E MAIS ASSUSTADORA PARA UMA CRIANÇA E PARA A HUMANIDADE DO QUE A FALTA DE RESPEITO PELOS SEUS DIREITOS”. (Marta Serrat) 
“O Estatuto da Criança e do Adolescente chegou à escola, mas de forma distorcida”. (Antonio Carlos Gomes da Costa)
Essa frase reflete bem o que está ocorrendo quanto ao direito das crianças e adolescentes, pois quando se chega ao conhecimento das pessoas o ECA, elas acabam não entendendo muito o que significa e, de forma distorcida acabam confundindo sua utilidade.
Contempla o Art. 1° – Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

A década de 1960 foi mundialmente marcada pelo surgimento de inúmeros movimentos sociais em defesa dos direitos da criança e do adolescente. Isso ocorreu uma vez que, após a Segunda Guerra Mundial, o adolescente passou a ocupar uma posição determinada no cenário da violência quando a necessidade da mão-de-obra feminina nas fábricas deixou as crianças em situação de abandono, as quais, mais tarde, já adolescentes, constituíram-se como gangues marcadas por atitudes de revolta e violência.

Para as ciências jurídicas, esse processo resultou na necessidade de repensar a forma de compreender a adolescência, pois essa fase (e suas manifestações) passou a ocupar um espaço definido no cotidiano, nas instituições, na mídia e na sociedade.

No Brasil, porém, esse caminho foi lento, tendo seu início em 1979 com a criação do Código de Menores. Somente em 1989 a Convenção Internacional dos Direitos da Criança das Organizações das Nações Unidas marcou definitivamente a transformação das políticas públicas voltadas a essa população, culminando assim na criação do Estatuto da Criança e do Adolescente — ECA.

Criado em 13 de julho de 1990, o ECA instituiu-se como Lei Federal n.º 8.069 (obedecendo ao artigo 227 da Constituição Federal), adotando a chamadaDoutrina da Proteção Integral, cujo pressuposto básico afirma que crianças e adolescentes devem ser vistos como pessoas em desenvolvimento, sujeitos de direitos e destinatários de proteção integral.

Desde sua promulgação, em 20 de dezembro de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional vem redesenhando o  sistema educacional brasileiro em todos os níveis: da creche, desde então incorporada aos sistemas de ensino,  às universidades, além de todas as outras modalidades de ensino, incluindo a educação especial, profissional, indígena,  no campo e ensino a distância. A LDB dispõe sobre todos os aspectos do sistema educacional, dos princípios gerais da educa- ção escolar às finalidades, recursos financeiros, formação e diretrizes para a carreira dos profissionais do setor. Toda legislação pode ser aprimorada. E a LDB tem sido constantemente atualizada. Exemplo recente é a ampliação do ensino fundamental para nove anos com matrícula obrigatória aos seis anos de idade. A Câmara dos Deputados vem contribuindo para a construção  de uma educação de qualidade não somente por meio da aprovação de leis, mas também pela divulgação desses direitos que  são assegurados a todos os brasileiros.

Ela é dividida em 96 artigos, onde o primeiro artigo mostra que a LDB abrange todos os processos formativos, ou seja, todo ambiente educacional é sustentado pela LDB. Alem desta lei, outras são feitas em modalidade Municipal e Estadual, buscando suprir alguns pontos que a lei coloca de forma subjetiva, para que se entenda e organize a legislação. Video sobre a história da educação no Brasil: http://www.youtube.com/watch?v=1Br8cV_e6bY

Competências

“O objetivo da escola não deve ser passar conteúdos, mas preparar – todos – para a vida em uma sociedade moderna” (Philippe Perrenoud)

Todo Profissional  têm competências a realizar no desempenho da sua função. Educar é papel primordial do professor, e educar significa muito mais do que passar conteúdos,  é realmente preparar a criança /adolescente para a vida.

Segue abaixo algumas competências que o educador deve ter para que o ensino seja de qualidade:

1. Organizar e dirigir situações de aprendizagem;

2. Administrar a progressão das aprendizagens;

3. Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação;

4. Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho;

5. Trabalhar em equipe;

6. Participar de administração da escola;

7.Informar e envolver os pais;

8.Utilizar novas tecnologias;

9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão;

10. Administrar sua própria formação continuada;

O professor deve se comprometer com essas práticas e buscar envolver tudo que está em torno da educação na vida dos alunos.

Deve ficar claro ao professor todo seu processo de ensino para que na sua prática pedagógica possa aplicar com qualidade tudo aquilo que é necessário para o desenvolvimento de cada pessoa.

Segue em anexo link de um video http://www.youtube.com/watch?v=zNgtXUlhspU que aborda sobre essas 10 competências!!!

 

PLANO DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

1º SEMESTRE DE 2011

PROFESSOR:  MATEUS DE CARVALHO

CONCEPÇÃO DO CURSO

Tratar pedagogicamente dos conteúdos culturais relacionados ao movimentar-se humano, partindo do variado repertório de conhecimentos que os/as alunos/as já possuem sobre as diferentes manifestações corporais e de movimento e buscar ampliá-los, aprofundá-los e qualificá-los criticamente.

PRIMEIRO TRIMESTRE LETIVO (de 26/01/2009 a 30/04/2009)

OBJETIVOS

Identificar e diferenciar atividade física e exercício. Discutir e compreender os benefícios e os riscos do exercício físico no âmbito da cultura de movimento. Reconhecer as características do exercício físico aeróbico em termos de intensidade, freqüência e duração. Ampliar as possibilidades de se movimentar. Compreender e discutir os significados/sentidos dessas experiências rumo à construção de uma autonomia crítica e autocrítica.

CONTEÚDOS CONCEITUAIS E PROCEDIMENTOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS

Período Conteúdos Procedimentos didático-pedagógicos

Aula 1 Tema: Corpo e exercícios físicos

Apresentação. Contrato social: Freqüência e participação na aula. Avaliação.

Aulas 2, 3, 4 Resistência Aeróbica: corpo, exercício físico e saúde individual. Elaboração de um programa de caminhada:

Vivências:

a. Medindo o batimento arterial: o pulso;

b. Medindo a freqüência cardíaca: individualmente, em duplas;

c. Elaboração de ficha individual para registro de dados para acompanhamento da atividade física;

Aulas 5, 6 Cuidados com o corpo: preparando a caminhada

Vivências:

d. Calcular e caminhar: exercitando

e. Como calcular a zona alvo de treinamento

Preparação para o exercício: alongamento

Caminhada: intensidade e duração do esforço

Aulas 7,8 Exercício físico e saúde: riscos e benefícios

Vivências:

Efeitos do exercício no organismo:

Pesquisas em grupos/Elaboração de cartazes/Avaliação: Elaboração de cartazes, apresentação para discussão com o grupo sala.

01 – 07/04 Avaliações Trimestrais

13 – 17/04 Aulas de Recuperação Paralela

23 – 29/04 Avaliações de Recuperação Paralela

CONSIDERAÇÕES DO PROFESSOR EM RELAÇÃO À PROPOSTA DE TRABALHO APRESENTADA

Considera-se nesta proposta que o/a aluno/a do Ensino Médio deve vivenciar, experimentar, valorizar, apreciar e aproveitar os benefícios advindos da cultura do movimento, mas também perceber e compreender os sentidos e significados das suas diversas manifestações na sociedade contemporânea.

Ensinar é um trabalho que permite utilizar meios e métodos variados, dependendo sempre, do contexto que se aplica o ensino. De um tempo para cá, a educação vem mudando. Pode-se afirmar que a educação que minha vó teve na escola, não foi a mesma que eu tive. Ocorreram mudanças, e tem que ocorrer essas mudanças, pois o mundo está em movimento e tudo que está em movimento passa por novos caminhos, onde o homem segue adaptando aquela realidade. E a realidade escolar precisou ser adaptada. Na didática Tradicional o professor é autoridade máxima na sala de aula, só ele fala e só ele ensina, os conhecimentos são basicamente impostos, e alunos precisam ter as melhores notas para ser alguém. Diferente da didática contemporânea, que traz o aluno e o professor como instrumentos do conhecimento, onde os dois aprendem juntos, a partir da construção do conhecimento. O professor é um mediador, ajuda o aluno a aprender a aprender. Essa é a grande mudança na educação que contribui para um ensino mais justo e igualitária. Mas será que está funcionando na prática? A partir da realidade escolar que estive, através dos estágios, percebi que falta muita disciplina dos alunos, com relação aos colegas e principalmente ao professor, e isso acaba dificultando para o desenvolvimento da criança, fazendo com que a educação não se tenha a qualidade que necessita.